segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Xêro - Murillo Côrtes
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Blues de outros ventos - Murillo Côrtes
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Suicida - Murillo Côrtes Oliveira
Te imagino sozinho, sem amores, com frio,
Se entregando de novo pra ela,
A adorando sem medo, rezando sem vela,
Sua vida se encurta, seu romance te chuta,
Me escuta,
Se em algum dia eu te fechar todas as portas,
Não adianta chorar que eu não abro a janela.
Quando você perceber já será muito tarde,
Seu relógio é mais rápido, sem bipar, sem alarde,
Sua prova de amor é doída,
Sem remorso nenhum, ela te pede sua vida,
Suicida,
Espero que saiba que na casa onde ela mora,
Não adianta querer ir embora, não existe saída.
Quando se olha no espelho você a nomina,
Ela te maltrata, você não imagina,.
Arranque as correntes onde ela te domina.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Italiano - Murillo Côrtes Oliveira
[valsa]
Eu falo poesia e você português,
Num fala em nada mas tudo parece que o Drummond que fez,
Se enrola, me enrola, enrola meu braço no teu,
Minha mente confusa não diferencia o que meu e o que é seu.
Eu sei violão e você italiano,
Você mama mia e eu escondo os acordes embaixo do pano,
Me esconde, se esconde, esconde suas gueixas em mim,
Se és musa perfeita, se eu mostro minhas rimas nos levo pro fim.
[rock sujo, acordes rebuscados]
Eu falo verdade e você é engano,
Eu crio canções e você só sabe seguir com seu plano,
E cria, se cria, copia meus versos enfim,
Mas o blues que canto, com certeza só mexe se é tocado assim...
[blues, com um belo solo]
[bis]
terça-feira, 19 de julho de 2011
Te trocando por mim - Murillo Côrtes
Companheiro de emoções - Murillo Côrtes Oliveira
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Balada da rotina - Murillo Côrtes Oliveira
terça-feira, 10 de maio de 2011
Mar aberto - Murillo Côrtes Oliveira
Eterno - Murillo Côrtes Oliveira
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Sonho vil - Murillo Côrtes & Juninho Joker
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
O sambista e a fotografia - Murillo Côrtes & Rhayani Paschoalim
Quando me peguei admirando aquela fotografia,
Eu tive uma súbita vontade de cantarolar um samba,
Não sabia quem era, quantos amores tiveras,
Quimera!
Quem dera eu, um simples poeta de bamba,
Compor as canções que essa foto demanda.
Naquele retrato seu sorriso abstrato fez-se companhia.
Preencheu todo o espaço vazio que ali dentro existia.
Quem sabe eu possa te encontrar algum dia,
Não me importo se com outros já dividistes a cama,
Pois agora já era, que passado tiveras?
Primavera...
Quem dera chegasse e me mostrasse o caminho,
E mudasse minha vida da água pro vinho.
A fotografia que antes era um vão branco, ganhará mais alegria.
Um simples flash pode irradiar nosso dia.
(Cantarolando sambas)
(Cantarolando sambas)
Visitei sua foto, estampei sua figura...
Loucura?
Quando te encontrei eu já soube,
Que é a imagem perfeita para aquela moldura.
Poente - Murillo Côrtes e Rhayani Paschoalim
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Todos estão bem - Murillo Côrtes
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Tudo Mudou - Murillo Côrtes Oliveira
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Beleléu - Murillo Côrtes Oliveira
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Café - Murillo Côrtes Oliveira
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Improviso - Murillo Côrtes Oliveira
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Saber viver - Murillo Côrtes Oliveira
Estou reaprendendo a viver,
Sabendo que você não está do outro lado da linha,
Estou aprendendo a viver,
Nessa vida onde eu não tenho nada do que tinha.
Na minha cabeça eu pensava que era capaz,
De acreditar que eu podia esquecer o restante,
E só de lembrar da falta que você me faz,
Descobri que saber viver é uma busca incessante.
Saber viver não é esquecer,
Saber viver é uma arte!
Saber viver não é perder,
Mas saber que perder também faz parte.
E eu quebro todas as regras possíveis,
E esqueço todas minhas cantadas previsíveis,
Eu esqueço o homem que eu quero ser,
E sou só eu, e tudo que eu posso te oferecer.
Saber viver não é esquecer,
Saber viver é uma arte!
Saber viver não é perder,
Mas saber que perder também faz parte.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Zé Figura - Murillo Côrtes Oliveira
José viajante, incontante, Zé amante
José que namora, se enrola, se embola,
José figura, não se segura, Zé sem frescura
Que não se engana, desencana, que só reclama!
O zé reclama do trabalho,
Da má sorte no baralho,
Do aumento no salário,
Reclama do que restou,
Reclama do tempo que ficou,
Sem perceber que a sua vez de reclamar já passou.
José amante, inconstante, viajante,
José se embola, se enrola, depois namora,
José sem frescura, não se segura esse Zé figura,
Que só reclama, mas não se engana, desencana!
O zé reclama do salário,
Da má sorte no trabalho,
Do aumento no baralho,
Reclama do que ficou
Reclama do tempo que passou,
Sem perceber que a sua vez de reclamar já restou.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Certeza - Murillo Côrtes Oliveira
Eu sonhando acordado, pensando no nosso fim de semana perfeito,
O sono insistia em sumir e me deixar aqui solitário,
O amor que outrora escondido sumiu com as portas do meu armário.
E agora sou assim, um velho novo eu, utopia esquecida,
E agora tento ser assim, ser todo seu, sem portas de saida.
Certeza, é tudo que eu quero e posso ter,
Certeza, de que tudo que eu amo só existe em você,
Certeza, de que a distância é uma mera ilusão,
Certeza, de que toda essa certeza não pode ter sido em vão.
Já era noite de sexta e eu percebi que não tinha mais jeito,
Meu violão calado e suas fotos na estante não tinham nenhum defeito,
As notas insistiam em sumir e deixar os versos solitários,
O caderno que outrora escondido era capa essencial em outros vários armários
E agora sou assim, um velho novo poeta, sonho realizado
E agora eu vivo assim, um grande e antigo pateta, romance que nunca é passado.
Certeza, é tudo que eu quero e posso ter,
Certeza, de que tudo que eu amo só existe em você,
Certeza, de que a distância é uma mera ilusão,
Certeza, de que toda essa certeza não pode ter sido em vão.
Meus lápis desgastaram e minhas rimas se esgotaram,
Mas ainda tenho muito, as palavras nunca param.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Vem Cáh – Murillo Côrtes Oliveira
Ainda não sei o que foi que se passou,
Se foi uma dança, um olhar ou um sorriso.
Novos horizontes pra semear o que restou,
E devolver tudo o que eu tinha perdido.
Você lê minha mente, com sua bola de cristal,
E depois me decora, pra fazer tudo igual.
Vem Cáh, Xô te ensiná a falá uai
Vem Cáh, Que desse xote cê não sai,
Vem Cáh, Xô te amar um pouco mais,
Larga tudo e vem pra mim, pra minha Minas Gerais.
Olhando pro mar e pra beleza de Salvador,
Tentei me esquecer de tudo que eu tinha sido,
Mas em Minas em guardo tudo aquilo que eu sou,
Vem Cáh, vamo morá lá no "Dão" comigo.
Te ensino a falar, porta, porteira e portão,
Ó pai ó mainha, dá atenção pro meu refrão.
Vem Cáh, Xô te ensiná a falá uai
Vem Cáh, Que desse xote cê não sai,
Vem Cáh, Xô te amar um pouco mais,
Larga tudo e vem pra mim, pra minha Minas Gerais.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Outono - Murillo Côrtes Oliveira
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Rejuvenescer - Murillo Côrtes Oliveira
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Con(s)certo - Cláudio Rocha da Silva Júnior
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Constância - Murillo Côrtes Oliveira
Prece - Murillo Côrtes Oliveira
terça-feira, 15 de junho de 2010
Influências - Murillo Côrtes Oliveira
Tudo é prazer - Murillo Côrtes Oliveira
terça-feira, 13 de abril de 2010
Marcela
Enquanto você quer uma mudança sem volta
Eu sou líder repentino de uma nova revolta
Estou aqui pra te mostrar o outro lado da moeda
Não estou aqui pra lutar, mas pra evitar outra queda.
Eu sei que a saudade é pior com o tempo,
E que o amor não se perde com um simples tormento
Te ter longe é pior nos momentos de cansaço,
Impossível não sentir falta do teu abraço.
Sinto-me feliz por você ter o que eu não tive,
Essa vida repleta de lutas e lagrimas,
Que ensinaram que só é feliz quem vive,
E não olha o passado voltando as paginas.
Eu não tenho a formula da felicidade,
Mas sei que tenho muito a aprender contigo,
Que pena que você é fruto da minha saudade,
E quando estou com você não estou mais comigo.
Agradeço a Deus por te colocar no meu destino,
E sei que o amor não passa de um desatino,
A minha força é saber que você precisa de mim,
E que te amo e preciso de você assim,
Só pra mim.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Tendência
Me disseram que não posso mais falar,
Daquele velho sentimento pra você,
A tendência diz pra mim e eu obedeço,
E agora meu amor fazer o quê?
Se o mundo diz que o amor é démodé,
Eu me obrigo à seguir essa tendência.
Se você acha que eu gosto de você, (HÁ!)
Me desculpe meu amor a indecência.
Eu te quero é pra seguir toda a minha decadência,
Eu te quero pra usar...
TODA a sua inocência!